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10 dicas que podem ajudá-lo a poupar no IRS

Saiba que deduções podem incluir na sua declaração de IRS relativa a 2016 para poder baixar a fatura fiscal.

 

1. IVA nos bens e serviços

Dedução de 15% do IVA suportado em despesas com serviços de reparação e manutenção de veículos e motociclos, alojamento e restauração, cabeleireiros, estética e veterinários. Dedução limitada a 250 euros por agregado.

2. Despesas de educação

Pode deduzir 30% das despesas com educação e formação por cada elemento do agregado familiar, até 800 euros. Inclui, entre outras, despesas como mensalidades, propinas, livros e manuais escolares, tudo suportado por faturas. 

3. Refeições e transporte escolar

As despesas com refeições escolares e com transporte escolar são dedutíveis como despesas de educação. Para o efeito, têm que ser registadas pelo contribuinte como despesas de educação no e-fatura.

No entanto, se pretender que as faturas de refeição escolar sejam declaradas juntamente com as despesas escolares,  e para que não apareçam no e-fatura como facturas de restauração, deve inseri-las manualmente, junto com os restantes valores que tenham a deduzir a título de educação, como as propinas.

4. Despesas de saúde

É possível deduzir 15% das despesas de saúde por cada elemento do agregado familiar, até aos mil euros. Inclui despesas com seguros de saúde, consultas e exames, medicamentos e despesas com produtos médicos e ortopédicos. Inclui também bens e serviços desta natureza sujeitos à taxa normal de IVA, desde que suportados por receita médica.

5. Encargos com imóveis

Dedução de 15% dos juros de empréstimos para habitação própria e permanente (contratos de empréstimo celebrados até 31 de dezembro de 2011), com limite de 296 euros, bem como, dedução de 15% das rendas de imóveis para habitação permanente (contratos ao abrigo de regimes específicos de
arrendamento urbano), com limite de 5023. Estes limites são aumentados para os escalões de rendimento inferiores a 30 mil euros.

6. Planos Poupança Reforma (PPR) e “PPR do Estado”

Dedução de 20% das quantias aplicadas, sendo que no caso dos certificados de reforma do estado o limite é de 350 euros (700 euros por casal). No caso do PPR, o limite varia entre 300 e 400 euros, em função da idade do participante.

7.  Lares e pensões de alimentos

Dedução até 25% das despesas com lares e com apoio domiciliário isentas de IVA ou sujeitas à taxa reduzida, no valor máximo de 403,75 euros. Dedução, sem limite máximo, de 20% dos gastos com pensões de alimentos.

8. Despesas gerais familiares

Dedução de 35% das restantes despesas suportadas por qualquer membro do agregado familiar, desde que suportadas com fatura com número de contribuinte. Inclui despesas enquadráveis em qualquer setor de atividade (ex: supermercados, vestuário, eletrodomésticos, serviços de construção, combustíveis, eletricidade, água ou comunicações) e tem um limite de 250 euros por cada sujeito passivo. Famílias monoparentais deduzem 45% das despesas, até ao limite de 335 euros.

9. Limitação global à dedução de despesas

A soma das várias deduções tem limites globais (com exceção das despesas gerais familiares), para os rendimentos coletáveis acima dos 7.035 euros. Para rendimentos acima dos 80 mil euros, o limite global é de mil euros.

10. Afetação das despesas à atividade empresarial ou profissional

Empresários em nome individual ou profissionais liberais devem proceder à afetação das despesas incorridas no âmbito das respetivas atividades no e-fatura. As pessoas singulares que sejam sujeitos passivos de IVA apenas beneficiam das deduções, quando estas são relativas a faturas de aquisições realizadas fora do âmbito da atividade empresarial/profissional.

 

Dica extra: seja solidário com a consignação do IRS

Não é uma dedução, mas é uma boa ação, ou seja, a possibilidade de consignar parte do IRS (0,5%) foi alargada a instituições culturais com estatuto de utilidade pública. Recordamos que esta consignação não tem qualquer impacto no valor final do IRS a pagar/a receber pelo contribuinte.

Fonte: Grupo Your

 

http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/10-dicas-que-podem-ajuda-lo-a-poupar-no-irs-138951

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Segurança Social: Atendimento no Centro Nacional de Pensões, em Lisboa, só com marcação prévia

Os serviços de atendimento do Centro Nacional de Pensões, na Rua de Entrecampos, em Lisboa, passam a funcionar a partir de hoje através de marcação prévia, anunciou o Instituto da Segurança Social (ISS).

O ISS em comunicado que “este atendimento possibilita aos cidadãos a comodidade de serem atendidos na data e hora previamente agendadas, sem terem de permanecer em filas de espera”.

A partir de hoje, os cidadãos devem marcar o seu atendimento no Serviço Informativo do Centro Nacional de Pensões, através do portal da Segurança Social (www.seg-social.pt) ou do número 300 502 502 (nos dias úteis entre as 09:00 e as 17:00).

O ISS conta já com 110 serviços que disponibilizam o atendimento por marcação.

Além do atendimento personalizado por marcação, o Centro Nacional de Pensões dispõe de atendimento para entrega de documentos e de uma triagem qualificada, através da qual podem ser marcados atendimentos e obtidos formulários ou envelopes para a entrega rápida de documentos.

Segundo o ISS, “estas medidas, aliadas ao recente reforço de recursos humanos no serviço informativo do Centro Nacional de Pensões, tem como objetivo mitigar a elevada e constante procura deste serviço e constitui uma das medidas incluídas no Plano Estratégico do Atendimento da Segurança Social para 2017”.

Este Plano tem como objetivo “melhorar a qualidade do relacionamento da Segurança Social com os cidadãos e empresa”, salienta.

Visa também aumentar a capacidade de resposta por parte da Segurança Social e a qualidade da informação prestada, bem como criar melhores condições de trabalho para os colaboradores do atendimento, acrescenta.

 

http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/seguranca-social-atendimento-no-centro-nacional-de-pensoes-em-lisboa-so-com-marcacao-previa

 

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Mosteiro de São Dinis líder em visitas

O Mosteiro, o Centro de Exposições, o Jardim da Música, os Paços do Concelho, o Memorial e o Moinho da Laureana são os pontos de referência do Concelho que são visitados na sua maioria por cidadãos oriundos de outros locais e na sua maioria têm conhecimento do nosso património através de amigos e/ou familiares.


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É UMA DAS DOENÇAS MAIS MORTAIS, MAS PRATICAMENTE NINGUÉM A CONHECE

A sépsis mata mais pessoas por ano no Reino Unido do que o cancro de intestino, mama e próstata juntos, escreve a BBC. Em Portugal esta patologia tem uma mortalidade três vezes superior à dos doentes internados com Acidente Vascular Cerebral.

A sépsis  é uma infeção grave e potencialmente fatal do organismo causada por agentes patogénicos - bactérias, vírus, fungos ou protozoários.

A séptis pode manter-se no organismo mesmo depois da infeção primária desaparecer. É também uma das principais causas de morte em Unidades de Cuidados Intensivos.

Dados portugueses compilados pela Direção-geral da Saúde (DGS) indicam que 22% dos internamentos em unidades de cuidados intensivos são devidos a sépsis adquirida. Estes casos originam uma mortalidade hospitalar global de cerca de 40%, ou seja quase três vezes superior à mortalidade dos casos de AVC internados no ano de 2007. A mortalidade das formas mais graves, nomeadamente do choque séptico, atinge 51%.

Dados recentes da Europa e dos Unidos da América indicam que a sépsis representa um grave problema de saúde pública, comparável ao acidente vascular cerebral (AVC) e ao enfarte agudo do miocárdio (EAM).

Apesar da incidência da doença cardiovascular estar a diminuir, a da sépsis aumenta pelo menos 1,5% ao ano. Este aumento de incidência radica no envelhecimento da população, na maior longevidade de doentes crónicos, na crescente existência de imunossupressão por doença e no maior recurso a técnicas invasivas, explica a DGS.

Ainda assim, a sépsis é pouco conhecida entre a população. Um estudo encomendado pelo Instituto Latino Americano da Sépsis (ILAS) concluiu que 93,4% dos entrevistados nunca ouviram falar sobre a doença.

O caso de Patrick

Patrick Kane tinha nove meses quando acordou com dores e apático. O médico de família receitou-lhe um analgésico comum, o paracetamol, mas a sua mãe continuou preocupada e decidiu procurar um hospital. "Foi muito rápido... Assim que cheguei ao hospital declararam-me falência múltipla de órgãos", disse o jovem em declarações à BBC.

Patrick passou três meses e meio internado no Hospital St Mary's, em Londres, onde foi sujeito a várias amputações: parte do braço esquerdo, os dedos da mão direita e a perna direita, abaixo do joelho.

Hoje, aos 19 anos, Patrick estuda bioquímica na Universidade de Edimburgo, na Escócia.

Como se dá?

Geralmente o sistema imune entra em ação para atacar a infeção e impedir o seu alastramento. Mas, se esta conseguir avançar, as defesas do organismo lançam uma resposta inflamatória sistémica na tentativa de combatê-la.

Esse reação também pode, no entanto, representar um problema, uma vez que pode ter efeitos adversos no organismo. E quando não diagnosticada e tratada, pode comprometer o funcionamento de um ou de vários órgãos e provocar a morte.

Qualquer processo infecioso - seja uma pneumonia ou infeção urinária - pode evoluir para um quadro de sépsis. Alguns dos sintomas da sépsis segundo a organização britânica UK Sepsis Trust são: fala arrastada, tremores, dores musculares, baixa produção de urina (um dia sem urinar), falta de ar, sensação de morte aparente, pele manchada ou pálida.

http://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/e-uma-das-doencas-mais-mortais-mas-praticamente-ninguem-a-conhece

 

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Governo lança app contra violência doméstica

Chama-se AppVD – APPoio Contra a Violência Doméstica e traduz-se num guia de recursos online, concebida pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), que permite pedir auxílio de forma rápida. Disponível na Play Store e na Apple Store, a aplicação é gratuita.

A aplicação, apresentada um dia após o Dia Internacional da Mulher, foi hoje lançada pelo Governo. Desenvolvida para smartphones, “concentra todos os contactos das entidades que integram a rede nacional de apoio a vítimas de violência doméstica”.

“Pretendemos dar acesso imediato em qualquer local do país e a qualquer hora do dia”, justifica a secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Catarina Marcelino, citada pelo Público. Para Catarina, a aplicação é “um instrumento simples de grande eficácia” e “um meio bastante poderoso”.

Para utilizar a aplicação basta escolher um distrito e o tipo de resposta que procura. Cada região terá disponível, na plataforma, os contactos de serviços de apoio como esquadras, centros de saúde, câmaras municipais, Segurança Social e, em alguns locais, instituições. O apelo pode, ainda, ser feito através de mensagens eletrónicas ou chamadas telefónicas para as instituições, a partir da aplicação.

“Hoje em dia, os smartphones são uma ferramenta fundamental e esta aplicação surge na tentativa de adaptar respostas a esta nova realidade”, declara a secretária de Estado ao Público.

Tamara Lopes - www.jornaleconomico.sapo.pt

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Receita de Arroz ao forno

Ingredientes:
•    2 col. (sopa) de manteiga
•    1 xíc. (chá) de arroz cozido
•    200 g de peito de peru defumado picado
•    50 g de azeitonas pretas sem caroço
•    1 lata de milho-verde
•    3 col. (sopa) de queijo parmesão ralado

Modo de preparação:

Num refratário, misture todos os ingredientes, menos o queijo.
Cubra com papel-alumínio e leve ao forno (médio), por cerca de 10 minutos.
Retire do forno, mexa e sirva polvilhado com o parmesão.

Receita de arroz ao forno, muito prático de preparar e sai sempre bem!

6 Doses/Pessoas

30 minutos

Bom proveito!

 

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