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Encontrado corpo de homem em ribeira de Odivelas
Foi encontrado o corpo de um homem durante a manhã desta quarta-feira, numa ribeira entre a Póvoa de Santo Adrião e Olival Basto, em Odivelas, no distrito de Lisboa, avançou o Correio da Manhã. Segundo o mesmo jornal, no local encontram-se os Bombeiros, a Polícia de Segurança Pública (PSP) e a Polícia Judiciária (PJ), que está a investigar o caso. A vítima terá sido descoberta completamente despida. O alerta foi dado cerca das 08h por uma mulher que seguia com o filho, uma criança de nove anos, e que depois alertou o INEM. Os Bombeiros estão a tentar remover cadáver do local, que devido à existência de bastante vegetação é de difícil acesso.
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Feira de Artesanato da Cidade de Odivelas - 27 a 8 de Dezembro
A inauguração da XV Feira de Artesanato da Cidade de Odivelas vai decorrer pelas 18h, a 27 de novembro, no Pavilhão Polivalente de Odivelas (Rua Aquilino Ribeiro) permanecendo a feira até ao dia 6 de dezembro. A Feira de Artesanato da Cidade de Odivelas promove a exposição e venda de peças produzidas pelos artesãos locais, sendo uma excelente oportunidade para os visitantes adquirirem produtos regionais a baixos preços. Esta iniciativa contará com a exposição e venda de artesanato, bem como os seguintes espetáculos. 27 – 19h – Ricardo Silva / PACSom 28 – 21h – Banda GPL 29 – 21h – Alma Viva 30 – 21h – Coro emCantus da Associação Coral de Odivelas 2 – 21h – Escola de Fado JF Odivelas 3 – 21h – Alma Viva 4 – 21h – XocDance 5 – 21h – Combos LXPRO 6 – 18h – Rancho “Os Moleiros do Pomarinho” Poderá visitar a XV Feira de Artesanato da Cidade de Odivelas de 2ª a 6ª feira das 18h00 às 23h00 e sábados e domingos das 15h00 às 23h00.
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IV Congresso de Odivelas Al-Zulaich - 21 e 22 de Novembro
A Câmara Municipal de Odivelas promove nos dias 21 e 22 de novembro, no Mosteiro 🕍 de São Dinis e São Bernardo, o IV Congresso de Odivelas: “AL-Zulaich – Na Rota do Património Azulejar”. O Mosteiro de Odivelas, classificado como Monumento Nacional desde 1910, abre as suas portas a especialistas e investigadores de renome para debate de temas relacionados com as áreas da investigação, documentação, classificação, inventariação, conservação, restauro e divulgação do azulejo. Para além das várias comunicações que irão compor os cinco painéis temáticos, estão previstas a realização de outras atividades como exposições, workshops, uma visita guiada ao património azulejar do Mosteiro e a apresentação de publicações científicas. Ao promover um maior conhecimento sobre o azulejo, pretende-se criar um espaço de reflexão sobre o problema da sua vulnerabilidade, salientando a importância da sua salvaguarda e valorização, uma vez que a arte azulejar portuguesa é o reflexo da história, do gosto e da mentalidade de cada época, refletida ao longo de cinco séculos. 👉 Inscrições gratuitas e limitadas em: https://qrgo.page.link/XM8Xq
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Doente do IPO Porto sem sinais de cancro após "tratamento revolucionário"
A 'magia' acontece num laboratório dos EUA, mas é no IPO do Porto que são visíveis os efeitos. O tratamento com infusão de células CAR-T começou a ser administrado em maio deste ano e há já um doente sem sinais da doença há mais de 80 dias. O IPO Porto deu em maio, deste ano, um passo rumo ao que poderá revelar-se um tratamento revolucionário do cancro, nomeadamente dos tumores líquidos. Falamos da infusão das células CAR-T, cuja investigação valeu a James Patrick Allison e Tasuku Honjo o Prémio Nobel da Medicina de 2018. Em Portugal, há um doente que está sem sinais da doença há mais de 80 dias. Por cá são o Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto e de Lisboa que estão habilitados para administrar a terapêutica que, recentemente, fez correr muita tinta quando o Brasil anunciou a cura de um paciente de 62 anos portador de um linfoma. Cerca de 20 dias após a infusão das células, indicam os médicos que Vamberto Castro já não tem sinais da doença. As células cancerígenas no organismo do paciente brasileiro terão desaparecido. Mas será correto falar em cura? Esta foi uma das questões para a qual o Notícias ao Minuto procurou resposta junto do diretor da Clínica de Onco-Hematologia do IPO do Porto, José Mário Mariz, para quem falar em cura é ainda “precoce”. Mas o especialista deu conta dos avanços que em Portugal se têm alcançado com o tratamento. “[O tratamento] que está a ser comercializado está aprovado apenas para os linfomas e para as leucemias linfoblásticas Em que consiste o tratamento? A terapia em questão aplica-se a dois tipos de tumores líquidos – linfomas e leucemias – e em doentes cuja doença não está controlada, mesmo depois de terem sido submetidos às terapêuticas convencionais, tais como quimioterapia e radioterapia. Apesar da “investigação na área”, que tenta alargar a aplicação “a outras doenças e outras neoplasias, nomeadamente tumores sólidos, [o tratamento] que está a ser comercializado está aprovado apenas para os linfomas e para as leucemias linfoblásticas, quer um quer outro são de células B”. O tratamento consiste na “utilização das células T, que são linfócitos T do próprio doente que são manipulados geneticamente”. Ou seja, o processo tem início com a recolha de linfócitos dos doentes que são posteriormente enviados para um laboratório dos Estados Unidos. E é aí que a ‘magia’ acontece. As células do doente com cancro são geneticamente modificadas para que consigam identificar mais eficazmente as células malignas que contêm determinadas proteínas. Ora, quando o processo está concluído, as células regressam a Portugal, num sistema de refrigeração de -150ºC, e são devolvidas ao sistema imunitário do paciente, que deverá passar a ser capaz de atacar as células cancerígenas. “Uma das limitações desta técnica (...) precisamos de quatro a seis semanas para termos o medicamento disponível A primeira administração deste tratamento no IPO do Porto foi realizada no dia 14 de maio, numa paciente com um “linfoma difuso de grandes células B, que é uma das indicações”. No total, esclareceu o especialista, “já incluímos no programa cinco doentes e em três já fizemos o tratamento”. Porém, um doente “infelizmente morreu antes de as células estarem preparadas”. Esta é, como explicou José Mário Mariz, “uma das limitações desta técnica, já que precisamos de quatro a seis semanas para termos o medicamento disponível”. Para lá deste caso, a primeira doente em que foram administradas as células CAR-T morreu devido a “uma toxicidade neurológica [efeitos colaterais provocados no sistema nervoso], rara, mas conhecida. Acabou por falecer ao fim de 14 dias”. Mas há boas notícias que se reportam ao caso de um doente que fez o tratamento há 80 dias “e está bem. Tem umas pequenas complicações, mas está controlado. Não há evidência da doença, contudo ainda é cedo para dizermos que está curado”. O diretor da Clínica de Onco-Hematologia do IPO do Porto defende que “não existe um período a partir do qual é seguro” falar-se em cura “já que a doença pode sempre voltar”. Porém, estas neoplasias, habitualmente, “não voltam depois de três anos de remissão. Este paciente está sem sinais da doença, mas não posso dizer que está curado”. Já quanto ao estadio da doença, “a indicação mínima é que o paciente tenha feito pelo menos dois tratamentos de quimioterapia e não tenha respondido ou a doença tenha voltado após o tratamento ter sido feito duas vezes. Só a partir daí é que haverá indicação para a utilização desta tecnologia”. Apesar dos resultados animadores, o tratamento com células CAR-T implica “muita toxicidade”. A “própria empresa que produz o produto obriga que o doente esteja internado junto a uma unidade de cuidados intensivos nos primeiros dias após a infusão. Isto porque sabemos que há um potencial muito grande de complicações. Na maioria das vezes essas complicações têm solução, mas infelizmente há sempre um ou outro caso em que não conseguimos”. “É de facto um tratamento revolucionário que vai ajudar muita gente, mas está longe de ser a solução para tudo E o custo? Para já, em Portugal o tratamento é aplicado a oito doentes ao abrigo “de um programa de acesso precoce, isto é, não tem custo”. Depois desse processo, compete ao Infarmed negociar com a empresa que comercializa o tratamento qual o custo final. “Não sabemos qual será o custo em Portugal, mas sei que nos EUA se exige de imediato uma caução de dois milhões de dólares. Sei que na Alemanha há um hospital público que pede a um estrangeiro 470 mil euros. Um valor que pode aumentar se houver complicações”, nomeadamente pelos custos de internamento na unidade de cuidados intensivos. Se este é um tratamento revolucionário? José Mário Mariz não tem dúvidas: “Este é de facto um tratamento revolucionário que vai ajudar muita gente, mas está longe de ser a solução para tudo”. Em causa está o facto de “demorar muito tempo a ser produzido. Temos um compasso de espera que muitos doentes não aguentam”. Depois, “neste curto período de tempo já temos a experiência que também não funciona em todos os casos, uns pela toxicidade outros porque simplesmente não funciona”. Aliás, acrescentou o hematologista, “o ensaio clínico que sustentou esta aprovação mostra que ao fim de dois anos só 39% dos doentes é que se mantêm sem evidência da doença. O tratamento é de facto revolucionário, é diferente de tudo o que fazíamos até agora, mas está longe de ser a solução para todos os males”, rematou.
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Destaques
 
 
Dança Macabra - 30 Out 2019 e 31 Maio 2020
Uma experiência única: um concerto exclusivo de "Dança Macabra" de Saint-Saëns e mais peças arrepiantes de compositores consagrados, à luz das velas no Convento dos Inglesinhos a cargo de um trio de cordas. Garante já os melhores lugares - bit.ly/DanseMacabreCandlelight Programa: • Dança Macabra - Saint-Saëns • Seleção de peças a anunciar Vive esta experiência única - bit.ly/DanseMacabreCandlelight Descobre Candlelight: a música clássica num ambiente íntimo e mágico. 🎶 ------------------------------------------------------------------------------------------- Tens dúvidas? Contacta-nos aqui: ola@feverup.com +351 308 800 040 Quarta-feira, 30 de outubro de 2019 às 19:00 – 20:15 Localização Travessa dos Inglesinhos 46, 1200-223 Lisboa
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CASOS DE SARAMPO TRIPLICARAM NO MUNDO DESDE JANEIRO, ALERTA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE
Desde janeiro que os casos de sarampo quase que triplicaram em todo o mundo, comparativamente com o mesmo período do ano passado, informou a Organização Mundial de Saúde (OMS) esta terça-feira. Os números divulgados pela OMS mostraram que, entre 1 de janeiro e 31 de julho de 2019, foram registados 364.808 casos, contra os 129.239 do ano passado, no mesmo intervalo. Estes são os números mais altos registados desde 2006, afirmou o porta-voz da OMS, Christian Lindmeier, numa reunião com a imprensa em Genebra. O maior número de casos foi registado na República Democrática do Congo (RDC), em Madagáscar e na Ucrânia. No caso de Madagáscar, "no entanto, o número de casos diminuiu significativamente nos últimos meses", como resultado de campanhas nacionais de vacinação de emergência contra o sarampo, relatou a OMS. Outros grandes surtos desta doença desenvolveram-se em Angola, Camarões, Chade, Cazaquistão, Nigéria, Filipinas, Sudão do Sul, Sudão e Tailândia. Já os Estados Unidos registaram o seu maior número de casos de sarampo em 25 anos. O sarampo é uma das doenças mais contagiosas do mundo. As mortes ocorrem, mais frequentemente, devido a complicações. "Não há tratamento, embora possa ser prevenida com duas doses de uma vacina segura e eficaz", de acordo com a OMS.
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É UMA DAS DOENÇAS MAIS MORTAIS, MAS PRATICAMENTE NINGUÉM A CONHECE

A sépsis mata mais pessoas por ano no Reino Unido do que o cancro de intestino, mama e próstata juntos, escreve a BBC. Em Portugal esta patologia tem uma mortalidade três vezes superior à dos doentes internados com Acidente Vascular Cerebral.

A sépsis  é uma infeção grave e potencialmente fatal do organismo causada por agentes patogénicos - bactérias, vírus, fungos ou protozoários.

A séptis pode manter-se no organismo mesmo depois da infeção primária desaparecer. É também uma das principais causas de morte em Unidades de Cuidados Intensivos.

Dados portugueses compilados pela Direção-geral da Saúde (DGS) indicam que 22% dos internamentos em unidades de cuidados intensivos são devidos a sépsis adquirida. Estes casos originam uma mortalidade hospitalar global de cerca de 40%, ou seja quase três vezes superior à mortalidade dos casos de AVC internados no ano de 2007. A mortalidade das formas mais graves, nomeadamente do choque séptico, atinge 51%.

Dados recentes da Europa e dos Unidos da América indicam que a sépsis representa um grave problema de saúde pública, comparável ao acidente vascular cerebral (AVC) e ao enfarte agudo do miocárdio (EAM).

Apesar da incidência da doença cardiovascular estar a diminuir, a da sépsis aumenta pelo menos 1,5% ao ano. Este aumento de incidência radica no envelhecimento da população, na maior longevidade de doentes crónicos, na crescente existência de imunossupressão por doença e no maior recurso a técnicas invasivas, explica a DGS.

Ainda assim, a sépsis é pouco conhecida entre a população. Um estudo encomendado pelo Instituto Latino Americano da Sépsis (ILAS) concluiu que 93,4% dos entrevistados nunca ouviram falar sobre a doença.

O caso de Patrick

Patrick Kane tinha nove meses quando acordou com dores e apático. O médico de família receitou-lhe um analgésico comum, o paracetamol, mas a sua mãe continuou preocupada e decidiu procurar um hospital. "Foi muito rápido... Assim que cheguei ao hospital declararam-me falência múltipla de órgãos", disse o jovem em declarações à BBC.

Patrick passou três meses e meio internado no Hospital St Mary's, em Londres, onde foi sujeito a várias amputações: parte do braço esquerdo, os dedos da mão direita e a perna direita, abaixo do joelho.

Hoje, aos 19 anos, Patrick estuda bioquímica na Universidade de Edimburgo, na Escócia.

Como se dá?

Geralmente o sistema imune entra em ação para atacar a infeção e impedir o seu alastramento. Mas, se esta conseguir avançar, as defesas do organismo lançam uma resposta inflamatória sistémica na tentativa de combatê-la.

Esse reação também pode, no entanto, representar um problema, uma vez que pode ter efeitos adversos no organismo. E quando não diagnosticada e tratada, pode comprometer o funcionamento de um ou de vários órgãos e provocar a morte.

Qualquer processo infecioso - seja uma pneumonia ou infeção urinária - pode evoluir para um quadro de sépsis. Alguns dos sintomas da sépsis segundo a organização britânica UK Sepsis Trust são: fala arrastada, tremores, dores musculares, baixa produção de urina (um dia sem urinar), falta de ar, sensação de morte aparente, pele manchada ou pálida.

http://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/e-uma-das-doencas-mais-mortais-mas-praticamente-ninguem-a-conhece

 

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