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Médicos apelam à população de Loures para ir ao centro de saúde apenas em urgência
O Sindicato Independente dos Médicos apelou hoje à população de sete centros de saúde do concelho de Loures, que estão a ser afetados por uma avaria informática, para que se desloquem àquelas unidades apenas em caso de urgência. Em declarações à agência Lusa, o secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos (SIM), Jorge Roque da Cunha, adiantou que os centros de Saúde de Sacavém, Camarate, São João da Talha, Moscavide, Santa Iria de Azoia, Unhos e Apelação, no concelho de Loures, distrito de Lisboa, estão desde as 11:00 de segunda-feira com uma avaria no sistema informático. "Estamos a falar de uma população superior a 140 mil utentes que estão sem acesso ao sistema informático. Isto quer dizer que não é possível fazer o registo das consultas, que não é possível emitir meios complementares de diagnóstico e nem sequer a prescrição", esclareceu.
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SAIBA ONDE FAZER O RASTREIO DO CANCRO DE PELE
O rastreio é promovido pela Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC), com o apoio da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia e da Direção-geral da Saúde, e decorre em serviços de dermatologia no continente, Açores e Madeira. No ano passado foram avaliadas cerca de 1.500 pessoas. A incidência dos vários tipos de cancros da pele tem vindo a aumentar em todo o mundo, estimando-se que em Portugal, este ano, sejam diagnosticados mais de 13.000 novos casos de cancros de pele. Cerca de 1.000 serão melanomas. São estes os serviços com rastreios gratuitos Norte e Centro Centro Dermatologia Epidermis, Matosinhos - Telefone: 220 033 700 Centro Hospitalar do Baixo Vouga, Aveiro - Telefone: 234 378 380 Centro Hospitalar Leiria / Pombal - Telefone: 244 817 023 Centro Hospitalar do Oeste, Caldas da Rainha - Telefone: 262830300 ext. 2462 Centro Hospitalar Tondela / Viseu - Telefone: 232 420 500 extensão 12571Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real - Telefone: 259 300 500 Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia / Espinho - Telefone: 227 865 100 extensão 41395 ou 33931 Centro de Saúde Militar de Coimbra - Telefone: 916 107 569 Clínica Dentalderme Essential Aesthetics, Figueira da Foz - Telefone: 233 209 450 / 969 610 450 Hospitais Universidade Coimbra - Telefone: 239 400 532 Hospital de Braga - Telefone: 253 027 381 Hospital CUF Porto - Telefone: 220 039 000 Hospital Lusíadas Porto - Telefone: 226 056 450 Hospital Privado da Trofa - Telefone: 252 409 100 Hospital de Santo António, Porto - Telefone: 226 097 429 Hospital S. João, Porto vagas preenchidas Instituto Português Oncologia de Coimbra - Telefone: 239 400 200 Instituto Português Oncologia do Porto - Telefone: 225 084 000 Liga Portuguesa Contra Cancro, Porto - Telefone: 225 420 682 Unidade Local de Saúde da Guarda - Contacto: dermatologia@ulsguarda.min-saude.pt Sul e Ilhas British Hospital Lisbon XXI - Telefone: 217 104 600 Centro Clínico da GNR, Lisboa GNR Centro Clínico de Lisboa do SAMS SAMS Centro Hospitalar do Algarve: Unidade de Faro - Telefone: 289 001 927 / 289 891 100 extensão 23010, 23017 Centro Hospitalar do Algarve: Unidade de Portimão - Telefone: 967 272 482 Clínica do Colégio, Ponta Delgada - Telefone: 296 282 300 Clínica CUF Almada - Com marcação presencial Clínica CUF Miraflores - Telefone: 211 129 550 Consultório Dra. Clarisse Rebelo, Faro - Telefone: 289 823 711 Hospital Beatriz Ângelo, Loures - Telefone: 964 584 930 Hospital dos Capuchos, Lisboa - Telefone: 213 136 497 Hospital Central do Funchal - Com marcação presencial Hospital CUF Descobertas, Lisboa - Telefone: 210 025 200 Hospital CUF Infante Santo, Lisboa - Telefone: 213 926 100 Hospital Distrital Santarém - Telefone: 243 300 200 Hospital do Divino Espírito Santo, Ponta Delgada - Telefone: 296 203 327/8 ou 296 203 361 Hospital Egas Moniz, Lisboa - Telefone: 210 432 701 / 02 Hospital das Forças Armadas, Lisboa - Telefone: 217 519 797 Hospital Garcia da Orta, Almada - Telefone: 212 727 393 Hospital dos Lusíadas Lisboa - Telefone: 217 704 040 Hospital Particular do Algarve, Alvor, Portimão - Vagas já preenchidas Hospital Santa Maria, Lisboa - Telefone: 217 805 000 Hospital de Vila Franca de Xira - Telefone: 263 006 500 Instituto Português Oncologia de Lisboa - Vagas já preenchidas Liga Portuguesa Contra Cancro, Lisboa - Telefone: 217 263 510 USC- Serviços Médicos TAP, Lisboa Grupo TAP
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Quando o asfalto dá lugar à cor
A iniciativa de pintar passadeiras na Avenida Almirante Reis, em Lisboa, com as cores do arco-íris para comemorar o Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, celebrado a 17 de maio, caiu por terra pela sua aplicação ser ilegal perante a lei portuguesa. Porém, este tipo de projetos têm ganho popularidade pelo globo fora, mas não sem desafios. Com o intuito de celebrar o Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, a 17 de maio, dois vereadores do CDS-PP em Arroios, Francisco Sapage e Vitor Teles, propuseram perante a Assembleia desta freguesia lisboeta a proposta de pintar as passadeiras em frente aos números 1 e 13 da Avenida Almirante Reis com as cores da bandeira arco-íris. Aprovada por unanimidade pela Assembleia a 29 de abril, a iniciativa foi mal recebida por vários setores do partido centrista, levando mesmo a sua presidente, Assunção Cristas, e o presidente da Concelhia de Lisboa, Diogo Moura, a declararem oficialmente que o CDS-PP se demarcava da iniciativa. Porém, independentemente da polémica que a iniciativa tenha causado dentro do CDS-PP — Vítor Teles viria mesmo a desfiliar-se do partido, mantendo a atividade enquanto vereador independente —, esta nunca poderia ser implementada em pleno, pelo menos segundo os vagos moldes em que foi apresentada. A 2 de maio, o jornal Público noticiou que o Decreto Regulamentar n.º22-A/98 da Regulamentação de Sinalização do Trânsito proíbe que se pintem passadeiras em cores que não o branco, excetuando o amarelo para casos de sinalização temporária. Tal conclusão levou Margarida Martins, presidente da Junta de Arroios, confirmar ao Observador a impossibilidade de avançar com a proposta, confessando que “não se pensou no assunto” no tocante à ilegalidade da iniciativa. Esta iniciativa, porém, está longe de ser uma inovação portuguesa. As primeiras passadeiras arco-íris — símbolo da comunidade LGBT criado pelo artista de São Francisco Gilbert Baker, em 1978 — remontam a 2012, quando, na cidade de West Hollywood, adjacente a Los Angeles, nos EUA, dois exemplares, criados com um âmbito temporário a propósito do mês do Orgulho Gay, se tornaram permanentes. Desde então, o fenómeno espalhou-se pelas cidades dos EUA, desde Cincinnati a Filadélfia, passando por Key West, Phoenix e Seattle, onde 11 passadeiras foram criadas em 2015. Também na Europa estas iniciativas se manifestaram por cidades como Bruxelas, na Bélgica, Gouda e Roterdão, na Holanda, ou até Vilnius, na Lituânia. Noutros casos, o arco-íris foi utilizado com um propósito explicitamente ativista, como em 2013, quando alguns ativistas suecos pintaram a passadeiras preexistentes em frente à embaixada da Rússia em Estocolmo para protestar contra o tratamento dado a cidadãos LGBT russos. No entanto, apesar da vontade política, também pelo mundo a instalação destas passadeiras trouxe problemas legais, tendo como base do problema a convenção globalizada de que estas devem ser sempre brancas, perdendo o seu estatuto de sinal de trânsito em caso contrário. A questão da legalidade levou as instâncias de Telavive a tomar uma posição incomum em 2012. Em antecipação à Parada Gay na capital israelita, a Câmara mandou pintar uma das passadeiras da Avenida Rothschild com as cores do arco-íris e publicou os resultados na sua conta de Facebook. Contudo, horas depois, mandou repintar tudo de branco novamente. Como reportou o jornal Haaretz na altura, uma ação que tinha sido encarada inicialmente como corajosa e inclusiva, passou a ser vista como vazia e oportunista, mesmo com a justificação do executivo de que era ilegal manter a passadeira pintada com outra cor que não branco. Dois anos depois, a cidade inglesa de Brighton orgulhar-se-ia de ser a primeira da Europa a incluir uma passadeira desta índole, criada por uma iniciativa privada, mas, também naquele caso, o conselho local mandou apagar por não respeitar as regras de trânsito. Aqui ao lado, em Espanha, também Madrid recuou depois de um parecer negativo da Dirección General de Tráfico, mas tal não impediu a cidade vizinha de Getafe de instalar passadeiras desta natureza durante dois anos seguidos, ainda que com cariz temporário. Porém, o mais paradigmático caso da disputa civil quanto às passadeiras em arco-íris deu-se em Sydney quando, em 2013, uma passadeira foi pintada na Oxford Street, no bairro gay da cidade australiana, a propósito do 35º aniversário do Sydney Gay and Lesbian Mardi Gras, um dos maiores eventos de orgulho gay do mundo. A iniciativa custou 65 mil dólares australianos (aproximadamente 53 mil euros, à época) e esperava-se que fosse uma atração turística de sucesso. Depois do evento, o governo do estado de Nova Gales do Sul determinou que a passadeira constituía um perigo para a segurança rodoviária, lembrando o ministro para as estradas deste estado que, no espaço de um mês, já tinham ocorrido 15 incidentes, apesar de nenhum ter constituído num acidente ou ferimentos. Em causa estava o comportamento, relatado numa auditoria de segurança, de pessoas que se sentavam na passadeira ou que posavam para fotografias, considerando o relatório que este constituía “um elevado risco de incidentes relacionados com pedestres/veículos”. Também aqui, as recomendações indicavam que as passadeiras devem ser brancas. Apesar da oposição de figuras como a própria presidente da câmara de Sydney, Clover Moore, e de uma petição assinada por 15 mil pessoas em defesa da passadeira arco-íris, esta acabou mesmo por ser coberta de alcatrão, numa ação que decorreu durante a noite e tomou a cidade de surpresa. No entanto, as ações de protesto não se fizeram esperar e, nos dias seguinte, começaram a surgir passadeiras arco-íris pintadas a giz pela cidade e os seus subúrbios. Às passadeiras improvisadas, as instâncias locais responderam com água e com a justificação de que a sua criação não tinha sido autorizada, lembrando também o argumento de que constituíam um risco público por poderem tornar o piso escorregadio. Esta saga australiana, contudo, parece ter tido um final feliz - pelo menos até à data. Em março deste ano, a passadeira LGBT voltou à cidade, cobrindo um troço da Taylor Square, local onde a sua antiga morada se cruza com Flinders Street. Regressando para celebrar outra data importante do Sydney Gay and Lesbian Mardi Gras, os seus 40 anos, a passadeira vai manter-se em período experimental durante 6 meses e foi equipada de sensores de trânsito para dar o maior tempo possível aos pedestres para atravessá-la. No país vizinho, em Wellington, na Nova Zelândia, sucedeu-se outro caso de braço de ferro em 2018, com a instalação de uma passadeira arco-íris, que opôs ativistas e câmara municipal com a agência rodoviária do país. Apesar das críticas da oposição - que considerou o projeto dispensável em comparação à necessidade de reforçar serviços básicos da cidade - e do quase-envolvimento da polícia para impedir a criação desta passadeira, a iniciativa foi avante. Já com o conhecimento de outras polémicas, o executivo incluiu até um espaço próprio para tirar fotografias e, assim, evitar que os transeuntes o fizessem na estrada. A postura tem vindo a mudar e há cada vez mais passadeiras arco-íris a decorar as cidades, mas os desafios mantêm-se. Um deles é a intolerância. Somam-se os casos de vandalismo em localidades como Leida e Harderwijk (este apenas há uma semana), na Holanda, e até no Canadá. Mesmo tendo sido avaliado este ano como um dos três países mais LGBT-friendly do mundo (segundo o SPARTACUS Gay Travel Index, os outros dois são a Suécia e Portugal), o país da América do Norte já registou vários casos de vandalismo em passadeiras arco-íris, desde suásticas desenhadas até marcas de pneus deixadas propositadamente. A estas provocações, Paris respondeu de forma peremtória em 2018. Para celebrar a marcha do Orgulho Gay, o executivo tinha mandado decorar as passadeiras brancas com bandas laterais com as cores do arco-íris em cruzamentos do bairro Marais - onde se encontram a grande maioria dos bares e discotecas LGBT da capital parisiense. No entanto, as novas decorações, de intuito temporário, começaram a sofrer vandalismo de cariz homofóbico, o que levou a presidente da Câmara, Anne Hidalgo, a recuperá-las e torná-las definitivas. “Paris é uma cidade de refúgio que abraço os valores republicanos da liberdade, igualdade e fraternidade. Para que estes valores sejam recordados para sempre, as passadeiras arco-íris criadas para o Orgulho Gay vão tornar-se permanentes!” escreveu na sua conta oficial de Twitter. A necessidade de criar “visibilidade permanente” Depois de constatada a impossibilidade de pintar as passadeiras na Avenida Almirante Reis, Margarida Martins, na mesma conversa ao Observador, disse que estavam a ser pensadas alternativas a colocar no mesmo local, com moldes ainda por definir. O SAPO24 procurou obter esclarecimentos adicionais junto do gabinete da autarca socialista, não tendo sido possível obter respostas à data da publicação deste artigo. No entanto, apesar de gorado o projeto, para Marta Ramos, diretora executiva da Associação ILGA Portugal - Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual, Trans e Intersexo, este é um assunto que não se pode deixar esquecer depois da polémica passar. Apesar da ILGA não ter estado envolvida no processo, a ativista não deixa de frisar que "é importante que surjam propostas" para comemorar "de forma visível e permanente o 17 de maio", dia em que a Organização Mundial de Saúde retirou a homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças em 1990, tendo, por isso, sido escolhido para ser o Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia. Para Marta Ramos, "não basta um mero hastear de bandeira" para celebrar esta data, urgindo a diretora do ILGA por "visibilidade constante destas questões, porque vivemos num país onde ainda há muita homofobia, transfobia e bifobia", sendo necessário contrariá-las "com sinais visíveis e públicos de que sabemos que as pessoas [LGBT] existem e que estamos cá para elas". Sendo uma data que também se passou a celebrar a nível nacional, para a diretora da associação, uma iniciativa deste género “deveria ter acontecido em Portugal há muito tempo”, pelo que “chegou mais do que altura que Lisboa e várias cidades do país tenham marcos públicos e visíveis”. É por isso que Marta Ramos pede “compromisso das entidades públicas” para apoiar iniciativas de “visibilidade permanente”, especialmente tendo em conta que Portugal é “um dos países europeus com mais reconhecimento de direitos e mais igualdade na lei”. Perante a necessidade de procurar por alternativas, Marta Ramos recorda que outro tipo de moldes já foi aplicado, desde os semáforos com casais do mesmo sexo em Viena e Madrid, até a vários memoriais de vítimas LGBT de opressão e homofobia em cidades como Berlim e Amesterdão, ao qual se junta o de Lisboa, no Jardim do Príncipe Real. Para a diretora, “faltam outro tipo de iniciativas pela cidade toda, porque as questões não se dividem, a comunidade LGBT está em todo o lado”.
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Passa recibos verdes?
O prazo para os trabalhadores independentes entregarem a declaração de rendimentos à Segurança Social termina esta terça-feira. E quem não o fizer arrisca mesmo uma multa. Se passa recibos verdes e ainda não apresentou a sua declaração trimestral de rendimentos à Segurança Social, apresse-se. O prazo termina esta terça-feira e quem não o respeitar arrisca uma multa que pode chegar aos 500 euros. A entrega da declaração deve ser feita através da Segurança Social Direta e é obrigatória até para os trabalhadores independentes que não tenham auferido quaisquer rendimentos, nos primeiros três meses do ano. Em Janeiro deste ano, as regras dos trabalhadores independentes mudaram. Uma das principais alterações do regime foi a substituição da declaração anual de rendimentos por quatro declarações trimestrais, que devem ser entregues até ao último dia de Janeiro, Abril, Julho e Outubro. Isto para os todos “recibos verdes”, exceto aqueles que estejam isentos de contribuições para a Segurança Social (como os pensionistas) e aqueles que tenham contabilidade organizada. Esses últimos tiveram à sua disposição a opção de continuar a entregar a declaração de rendimentos anualmente, o que foi escolhido pela grande maioria dos portugueses nessas condições. De acordo com a secretária de Estado da Segurança Social, a introdução de declarações trimestrais serviu para “aproximar o rendimento relevante do rendimento efetivo”. À luz das regras anteriores, as contribuições eram calculadas com base nos rendimentos obtidos no ano anterior, sendo “insensível” às flutuações durante esse período. Com o novo regime, esse problema tende a desaparecer, uma vez que o apuramento passa a ser feito com base da média de rendimentos obtidos no trimestre anterior. Assim, a declaração que deve ser apresentada até esta terça-feira diz respeito aos rendimentos auferidos em Janeiro, Fevereiro e Março, ditando o valor da contribuição a pagar em Maio, Junho e Julho. Nesse último mês, os trabalhadores independentes terão de entregar uma nova declaração referente aos rendimentos de Abril, maio e Junho, que, por sua vez, ditará o valor da contribuição a pagar em Agosto, Setembro e Outubro. E assim sucessivamente. A entrega da declaração de rendimentos deverá ser feita através da Segurança Social Direta, podendo o trabalhador enviar no prazo de 15 dias uma declaração retificativa. Caso não seja enviada qualquer declaração, é emitido um documento oficioso de cobrança no valor da contribuição mínima (que passou a estar fixada nos 20 euros mensais), impondo-se um prazo de cinco dias para a resolução do incumprimento. Se tal não acontecer, o contribuinte arrisca então uma multa entre 50 euros e 500 euros, de acordo com o Código Contributivo. O ECO questionou o Ministério da Segurança Social sobre quantos trabalhadores independentes foram alvo de multas desse género, no primeiro período de entrega da declaração trimestral, mas conseguiu obter esse número, remetendo o Governo para um balanço futuro. Certo é que das mais de 400 mil declarações entregues até ao final de Janeiro, quase 100 mil não precisavam de ter sido apresentadas. De notar que também os trabalhadores independentes que não tenham recibo rendimentos nos últimos três meses têm de cumprir esta obrigação declaração, sendo imposta a tal contribuição mínima, de modo a assegurar a continuidade da carreira contributiva. Há novas taxas e regras. Contribuições sobem 9,4% Além da substituição da declaração anual por quatro declarações trimestrais, Janeiro trouxe também mudanças ao nível das taxas aplicadas ao rendimento relevante. A taxa aplicada aos 70% do rendimento efetivo dos três últimos meses baixou de 29,6% e 21,4% ou, no caso dos empresários em nome individual, de 34,75% para 25,27%. Além disso, a isenção contributiva dos trabalhadores dependentes que acumulam funções independentes chegou ao fim. Ou melhor, só se mantêm isentos os trabalhadores com rendimento relevante mensal resultante da atividade independente inferior a quatro Indexantes dos Apoios Sociais (IAS), ou seja, 1.743,04 euros. Nos restantes casos, é aplicada a tal taxa dos 21,4% à diferença entre o rendimento e os quatro IAS. Essa é, de resto, uma explicações para a subida de 9,4% registada ao nível das contribuições dos trabalhadores independentes para a Segurança Social, no primeiro mês do ano. Os “recibos verdes” pagaram 45,5 milhões de euros, só em Janeiro.
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É UMA DAS DOENÇAS MAIS MORTAIS, MAS PRATICAMENTE NINGUÉM A CONHECE

A sépsis mata mais pessoas por ano no Reino Unido do que o cancro de intestino, mama e próstata juntos, escreve a BBC. Em Portugal esta patologia tem uma mortalidade três vezes superior à dos doentes internados com Acidente Vascular Cerebral.

A sépsis  é uma infeção grave e potencialmente fatal do organismo causada por agentes patogénicos - bactérias, vírus, fungos ou protozoários.

A séptis pode manter-se no organismo mesmo depois da infeção primária desaparecer. É também uma das principais causas de morte em Unidades de Cuidados Intensivos.

Dados portugueses compilados pela Direção-geral da Saúde (DGS) indicam que 22% dos internamentos em unidades de cuidados intensivos são devidos a sépsis adquirida. Estes casos originam uma mortalidade hospitalar global de cerca de 40%, ou seja quase três vezes superior à mortalidade dos casos de AVC internados no ano de 2007. A mortalidade das formas mais graves, nomeadamente do choque séptico, atinge 51%.

Dados recentes da Europa e dos Unidos da América indicam que a sépsis representa um grave problema de saúde pública, comparável ao acidente vascular cerebral (AVC) e ao enfarte agudo do miocárdio (EAM).

Apesar da incidência da doença cardiovascular estar a diminuir, a da sépsis aumenta pelo menos 1,5% ao ano. Este aumento de incidência radica no envelhecimento da população, na maior longevidade de doentes crónicos, na crescente existência de imunossupressão por doença e no maior recurso a técnicas invasivas, explica a DGS.

Ainda assim, a sépsis é pouco conhecida entre a população. Um estudo encomendado pelo Instituto Latino Americano da Sépsis (ILAS) concluiu que 93,4% dos entrevistados nunca ouviram falar sobre a doença.

O caso de Patrick

Patrick Kane tinha nove meses quando acordou com dores e apático. O médico de família receitou-lhe um analgésico comum, o paracetamol, mas a sua mãe continuou preocupada e decidiu procurar um hospital. "Foi muito rápido... Assim que cheguei ao hospital declararam-me falência múltipla de órgãos", disse o jovem em declarações à BBC.

Patrick passou três meses e meio internado no Hospital St Mary's, em Londres, onde foi sujeito a várias amputações: parte do braço esquerdo, os dedos da mão direita e a perna direita, abaixo do joelho.

Hoje, aos 19 anos, Patrick estuda bioquímica na Universidade de Edimburgo, na Escócia.

Como se dá?

Geralmente o sistema imune entra em ação para atacar a infeção e impedir o seu alastramento. Mas, se esta conseguir avançar, as defesas do organismo lançam uma resposta inflamatória sistémica na tentativa de combatê-la.

Esse reação também pode, no entanto, representar um problema, uma vez que pode ter efeitos adversos no organismo. E quando não diagnosticada e tratada, pode comprometer o funcionamento de um ou de vários órgãos e provocar a morte.

Qualquer processo infecioso - seja uma pneumonia ou infeção urinária - pode evoluir para um quadro de sépsis. Alguns dos sintomas da sépsis segundo a organização britânica UK Sepsis Trust são: fala arrastada, tremores, dores musculares, baixa produção de urina (um dia sem urinar), falta de ar, sensação de morte aparente, pele manchada ou pálida.

http://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/e-uma-das-doencas-mais-mortais-mas-praticamente-ninguem-a-conhece

 

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