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Fim de semana começa com temperaturas de verão
Esta sexta-feira, a temperatura máxima vai estar acima do habitual para esta época do ano, indica o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Durante o dia de hoje os termómetros vão estar acima dos 20 graus Celsius na maioria dos distritos do país. No entanto, o IPMA refere que, apesar do bom tempo, vai fazer-se sentir um acentuado arrefecimento noturno. Recorde-se que a temperatura máxima vai subir nos próximos dias e os termómetros vão mesmo marcar 26 graus em algumas zonas do país este fim de semana. "Prevê-se para os próximos dias um aumento gradual da temperatura máxima. No fim de semana, os valores da temperatura máxima deverão variar entre 20 a 26°C e entre 17 a 20°C nas regiões do interior Norte e Centro", refere o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), esta quarta-feira, num comunicado citado pela agência Lusa. O IPMA refere ainda que os valores estão acima do esperado para esta época do ano, sendo que domingo será o dia com a temperatura mais elevada – 7 a 9 graus acima do normal. "A temperatura mínima terá uma pequena subida na quinta-feira, não registando alterações significativas até ao fim de semana, com valores entre 5 a 7°C, exceto do interior Norte e Centro, onde deverá variar entre 2 a 5°C e no Algarve entre 10 a 12°C", acrescenta a nota.
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Portugal antecipa-se em cerca de seis meses e proibe palhinhas e cotonetes em 2020
A partir de 2020, em Portugal, sacos que se fragmentam em microplásticos vão ser proibidos, bem como pratos, talheres, palhinhas, palhetas para o café, copos e cotonetes. A intenção do Governo é a de que todos estes objetos que são utilizados apenas uma vez, não se encontrem mais disponíveis até ao segundo semestre de 2020. O Governo quer antecipar em cerca de meio ano a diretiva da União Europeia, que impõe o fim da comercialização de certos descartáveis até 2021, escreve o jornal Público. Também no setor da restauração vai dar-se início ao fim da loiça descartável de plástico. “A indústria já teria que o fazer. O que estamos a dizer é que vamos antecipar no mínimo em seis meses, talvez um ano, aquilo que é definido pela Directiva [sobre os Plásticos de Uso Único]”, explicou ao Público o Ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes. No próximo ano, os sacos de plástico mais resistentes – espessura mínima de 50 microgramas – também deverão ficar mais caros, do que os atuais, em pelo menos 50 cêntimos.
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Doenças respiratórias matam duas pessoas por hora em Portugal
Segundo o relatório deste ano do Observatório Nacional das Doenças Respiratórias, a que a agência Lusa teve acesso, em 2016 morreram 13.474 pessoas por doenças respiratórias, sendo que o número aumenta para mais de 17.000 se forem acrescentados os óbitos por cancro da traqueia, brônquios e pulmão. O documento mostra, assim, que o conjunto alargado das doenças respiratórias leva à morte de 48 pessoas por dia em Portugal, uma média de duas pessoas por hora, juntando os tumores da parte respiratória. Se forem excluídos os cancros da traqueia, brônquios e pulmão, as doenças respiratórias matam, em média, 37 pessoas por dia em Portugal, com as pneumonias a representarem 44% destas mortes. “Este número é particularmente relevante, visto a pneumonia ser uma patologia potencialmente curável”, assinala o documento. As mortes por pneumonia afetam sobretudo os mais velhos, sendo que em 94,3% os doentes tinham 65 ou mais anos e em 87% tinham 75 ou mais anos. O documento, que vai ser esta quinta-feira apresentado em Lisboa, aponta também para uma “alta prevalência de internamentos por pneumonia como diagnóstico principal, representando cerca de 7% dos internamentos médicos” e perto de 5% de todos os episódios de internamento médicos e cirúrgicos. A mortalidade por doença pulmonar obstrutiva crónica é também relevante, representando em 2016 cerca de 20% de todos os óbitos por doença respiratória, vitimando 2.791 pessoas. Já a asma, que tem relevância em termos de morbilidade, representa apenas 1% do total das causas de morte por doença respiratória. As doenças respiratórias são, desde 2015, a terceira causa de morte, logo após o cancro, sendo responsáveis por 19% de todas as mortes em Portugal. Aliás, os internamentos por doenças respiratórias aumentaram mais de 25% em dez anos e o número de doentes submetidos a ventilação mecânica mais do que duplicou. Em 2007 Portugal registava menos de 90 mil internamentos por doenças respiratórias, valor que passou para mais de 112 mil em 2016. Quanto aos doentes internados submetidos a ventilação mecânica, em 2007 eram cerca de 9.300 e dez anos mais tarde mais de 21 mil. Quanto aos custos, o relatório recorda dados de 2013, que apontam para que os internamentos por doença respiratória signifiquem mais de 210 milhões de euros.
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Alzheimer Portugal reforça urgência na criação do Estatuto do Cuidador Informal
A Alzheimer Portugal apoia e reforça o apelo do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, para a urgência da criação do estatuto de cuidador informal que visa a garantia da defesa da dignidade humana, permitindo que os cuidadores informais passem a ser reconhecidos a nível de apoios sociais, medidas de articulação entre o trabalho e a prestação de cuidados, soluções de alívio, entre outros. «Infelizmente, estamos há muito à espera da criação deste estatuto. Os cuidadores informais têm uma grande importância na vida das pessoas com demência, assegurando cuidados por vezes a tempo inteiro, vendo a sua vida completamente alterada», explica José Carreira, presidente da Alzheimer Portugal. E acrescenta: «A nossa Associação agradece a dedicação e a persistência do Presidente da República na criação do estatuto do cuidador informal acreditando que a mesma se traduza numa efetiva mudança legislativa e na vida das pessoas». Segundo a Entidade Reguladora da Saúde, Portugal é um dos países europeus com mais cuidadores informais sem formação e um dos países com maior taxa de cuidados domiciliários informais da Europa. A Organização Mundial de Saúde estima que em todo o mundo existam 47.5 milhões de pessoas com demência, número que pode atingir os 75.6 milhões em 2030 e quase triplicar em 2050 para os 135.5 milhões. A doença de Alzheimer assume, neste âmbito, um lugar de destaque, representando cerca de 60 a 70% de todos os casos de demência. Nos próximos dias 8 e 9 de novembro, realiza-se no Centro Ismaili, junto à Loja do Cidadão, nas Laranjeiras (Lisboa), a segunda edição da Feira do Cuidador. Esta iniciativa tem como objetivo reconhecer, dignificar e apoiar o papel do cuidador. Neste evento, pretende-se partilhar informação útil sobre conhecimentos técnicos, práticos e emocionais. A entrada é gratuita.
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