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Respostas Rápidas. Matrículas arrancam hoje nas escolas. Saiba o que muda
despacho das matrículas foi publicado a 12 de abril em Diário da República. Saiba quais são as principais alterações e as novas regras para as matrículas que arrancam esta segunda-feira. Quando são as matrículas nas escolas? Oficialmente começaram a 15 de abril, ontem, domingo e terminam a 15 de junho. Nesta data inicia-se a constituição das turmas, que deverão estar concluídas 15 dias úteis a contar do fecho das matrículas. Quem tem de se matricular? A generalidade dos alunos do ensino obrigatório tem de fazer a matrícula no estabelecimento de ensino que pretende frequentar ou de a renovar. O que muda este ano? Muita coisa. Segundo o despacho das matrículas publicado a 12 de abril em Diário da República, a zona de residência deixa de ser prioritária na escolha da escola, caso o encarregado de educação não partilhe a morada fiscal com o aluno. Mas há mais. No caso, por exemplo, de haver mais alunos candidatos à escola do que vagas disponíveis, a prioridade é dada ao aluno que beneficie de acção social escolar. No ensino secundário o aluno passa a escolher em simultâneo a escola e o curso que pretende frequentar. Quais são as prioridades para entrar num estabelecimento? Os critérios são idênticos no pré-escolar, no básico e no secundário. No topo da lista estão as crianças com necessidades educativas especiais, seguindo-se os filhos de mães e pais estudantes menores e as crianças com irmãos a frequentar a mesma escola. Porque mudam alguma regras das matrículas? O governo diz que a mexida nas regras visa “garantir transparência e combate à fraude; promoção da igualdade de oportunidades e superação das desigualdades económicas, sociais e culturais; introdução de elementos que garantem maior eficiência aos procedimentos de matrícula.” Nos últimos anos generalizou-se a prática de dar o nome e o endereço de amigos que residem perto das escolas onde se quer matricular os filhos, como encarregado de educação. Delegar essa responsabilidade continua a ser possível, mas torna-se necessário apresentar os dados fiscais que comprovem que a morada fiscal do encarregado de educação e a morada fiscal do aluno é a mesma. Quem está contra as mexidas? A Confap — Confederação Nacional das Associações de Pais critica a medida. Diz que afeta sobretudo as famílias que se socorrem dos avós e que estas são em maior número do que as que usam endereços falsos.
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Imigração para Portugal cresceu 19% em 2017
O ano de 2017 registou a maior subida dos últimos cinco anos no número de imigrantes em Portugal, de acordo com o “Diário de Notícias” desta terça-feira. A emigração cresceu 19% no ano passado, em comparação com 2016. O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) concedeu 29.055 autorizações de residência a naturais de países terceiros à União Europeia em 2017, contra as 24.451 autorizações em 2016. Na origem destas entradas estão, principalmente, estrangeiros que trabalham em Portugal, que se juntam a familiares que já cá estavam, que investem, estudam ou fazem investigação. De acordo com o SEF, os dados ainda são “proviórios” mas não deixam dúvidas de que o número destes cidadãos voltou a subir depois da crise. Mais: segundo o DN, nos últimos seis anos, quase 150 mil imigrantes regularizaram a sua situação, ficando com portas abertas para o espaço Schengen ao abrigo da legislação da imigração.
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Frutos vermelhos e vinho tinto podem prevenir doenças mentais
“O consumo regular de frutos vermelhos ou vinho tinto pode ter um papel importante na regulação da microbiota intestinal, na diminuição da inflamação, na prevenção da depressão e no combate à demência e outras doenças neurodegenerativas, pela presença de uma classe particular de compostos nestes alimentos (antocianinas)”, concluiu o estudo, hoje divulgado. Segundo os investigadores, “a hipótese deste tipo de substâncias, denominadas pré-bióticos e psicobióticos, induzirem o crescimento de bactérias benéficas no intestino, interferindo com a inflamação no cérebro, abre caminho a uma nova estratégia terapêutica para a prevenção e tratamento de doenças neuropsiquiátricas tão prevalentes na população, como a ansiedade e a depressão”. Liderada por Conceição Calhau, investigadora do Cintesis e professora na Nova Medical School, a equipa realizou uma série de estudos para avaliar a relação entre o tipo de alimentação, a composição da microbiota intestinal, isto é, do conjunto de micróbios que habitam o intestino, e o próprio cérebro. Numa primeira fase, os cientistas mostraram, em animais, que uma dieta rica em gordura saturada altera negativamente a composição da microbiota intestinal (com uma diminuição de bactérias benéficas e um aumento de substâncias inflamatórias) e induz inflamação no cérebro. Cláudia Marques, uma das investigadoras do Cintesis envolvidas neste trabalho, explicou que “os efeitos de uma dieta rica em gordura saturada vão para além da obesidade e da resistência à insulina, precursora da diabetes. Uma alimentação desequilibrada vai alterar a microbiota intestinal e induzir um estado de inflamação generalizada. Esta inflamação, quando é crónica, pode resultar em alterações a nível cerebral, contribuindo para o desenvolvimento da disfunção neurológica e de uma série de doenças, como a depressão”. Numa segunda fase, a equipa testou a eficácia do consumo crónico de antocianinas, (presentes em frutos de cor vermelha) na prevenção do desequilíbrio da microbiota intestinal e da inflamação a nível cerebral. No modelo animal foi demonstrado que a ingestão continuada de extrato de amora, rica nessas substâncias, é capaz de melhorar a microbiota intestinal e reduzir a inflamação no cérebro que está subjacente às complicações neurológicas associadas à obesidade. Em humanos, um ensaio clínico comparou também o impacto de um ‘puré’ de amora quando ingerido na presença ou ausência de álcool. “Os resultados sugerem que o consumo do ‘puré’ de amora com álcool aumenta os níveis de antocianinas no sangue. Contudo, são necessários mais estudos para perceber se os indivíduos com excesso de peso ou obesidade podem efetivamente beneficiar do consumo de alimentos contendo simultaneamente antocianinas e álcool, como é o caso do vinho tinto”, sublinha Cláudia Marques. O Cintesis é uma Unidade de Investigação e Desenvolvimento (I&D) cuja missão é encontrar respostas e soluções, no curto prazo, para problemas de saúde concretos, sem nunca perder de vista a relação custo/eficácia. Sediado na Universidade do Porto, o Cintesis beneficia da colaboração das Universidades Nova de Lisboa, Aveiro, Algarve e Madeira, bem como da Escola Superior de Enfermagem do Porto. No total, o centro agrega cerca de 500 investigadores e conta com sete ‘spin-offs’.
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Estado vai apoiar famílias monoparentais que percam contrato de arrendamento
O Estado português vai dar apoio a quem não tenha capacidade financeira para arranjar arranjar casa no mercado, através de um empréstimo bonificado para compra, construção de uma habitação, ou reabilitação da casa onde reside. A notícia é avançada esta terça-feira pelo jornal “Público” que refere que esta medida será intermediada pelas autarquias e pode ser realizada por uma associação de moradores, ou em nome individual. Este programa será apresentado em breve no Conselho de Ministros, no qual estão incluídos famílias monoparentais, pessoas acima dos 65 anos, ou com deficiência a quem não foi renovado o contrato de arrendamento, pessoas sem abrigo, ou quem não tenha alternativa após ser despejado. Programa Nacional de Reformas (PNR) prevê que até 2020, o Governo contrate oito mil fogos de “habitação de interesse social financiada” ao abrigo do 1º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação. Em fevereiro o Levantamento Nacional das Necessidades de Realojamento Habitacional concluiu que existem quase 26.000 famílias com carências habitacionais em Portugal, sendo necessário um orçamento de 1.700 milhões de euros. Em 2016 os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelaram que um terço das famílias monoparentais está em risco de pobreza, comparando com 18,3% da população geral e 17% dos idosos.
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Destaques
 
 
Receita de Strogonoff de Frango

Ingredientes:

- 500 gramas de strogonoff de frango

- 1 cebola

- 2 latas de cogumelos laminados

- 1 colher das de chá de pimentão-doce

- 40 gramas de manteiga

- 3 decilitros de natas de culinária

- 2 colheres das de sopa de mostarda

- 1 decilitro de azeite extra virgem

- 4 colheres das de sopa de vinho do Porto

- Salsa picada

- Sal

- Pimenta

 

Preparação:

Se possível, escolha uma frigideira anti aderente, e leve ao lume com metade da manteiga, e deixe que derreta.

De seguida, junte os cogumelos, que devem já estar escorridos, e deixe cozinhar até que fiquem douradinhos.

Numa taça, disponha o frango e tempere com sal e pimenta.

Descasque as cebolas, corte em meias luas finas, e leve para um tacho, onde depois irá acrescentar o resto da manteiga, um pouco de azeite e deixe cozinhar, em lume brando, até a cebola ficar macia. Reserve.

Leve novamente a frigideira ao lume, deitando aí o resto do azeite, junte o frango e deixe-o cozinhar até ficar douradinho.

Estando douradinho, deite o conteúdo da frigideira para o tacho com o refogado das cebolas e misture.

Junte o pimentão e a mostarda, misturando bem.

De seguida, acrescente as natas e o vinho do Porto, envolva bem os ingredientes e deixe cozinhar em lume brando, durante cerca de 10 minutos até obter um molho cremoso.

Sirva o franguinho em strogonoff, polvilhado com salsa picada, acompanhado de arroz ou massa cozida.

Se fôr de sabor mais guloso, fica muito bem nesta receita, umas batatas fritas.

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Receita de Beringela recheada com atum

Uma receita para toda a família, produzida com ingredientes muito simples e económicos.

Ingredientes:

- Beringelas médias/grandes 4

- Cebola picada 1

- Cenoura ralada 1

- Azeite Um fio

- Manteiga 1 colheres de sopa

- Polpa de tomate 2 colheres de sopa

- Mel 1 colher de chá

- Atum 4 lata

- Molho de soja 4 a 5 colheres de sopa

- Pimenta moída na altura q.b.

- Cominhos 1 colher de chá

- Açafrão das índias 1 colher de chá

- Queijo mozarela ralado A gosto

 

Preparação:

Lave as beringelas e corte-as na longitudinal. Com o auxílio de uma faca ou uma colher, retire-lhes a polpa para poder recheá-las. Corte a polpa aos cubos pequenos. Reserve.

Derreta a manteiga com o azeite, adicione a cebola e deixe que frite um pouco em lume baixo até que fique transparente.

Adicione a polpa das beringelas, a cenoura ralada, tempere com o molho de soja, os cominhos, o açafrão, a pimenta e a colher de mel.

Envolva, tape e deixe estufar um pouco nos próprios sucos libertados (sete a dez minutos).

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