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Confirmados 471 casos de hepatite A em Portugal
Portugal tem 471 casos confirmados de hepatite A, num total de 493 notificados, desde Janeiro. É o balanço mais recente da Direcção-Geral da Saúde (DGS). Segundo os dados da DGS, disponíveis no site daquela entidade, dos 493 casos notificados, a grande maioria (87%) diz respeito a homens e em mais de metade (52%) o contágio deu-se por contacto sexual, tendo em 26% dos casos a doença “sido adquirida por via desconhecida”. A maioria dos casos notificados (70%) ocorreu na região de Lisboa e Vale do Tejo. Há um mês, Portugal tinha 435 casos confirmados, num total de 454 notificados desde o início deste ano. A DGS, tendo em conta o surto de hepatite A, reforçou da vacinação antes dos grandes festivais de Verão e aconselhou a adopção de medidas de prevenção durante estes eventos e, após, a vigilância de sintomas compatíveis com os da hepatite A. Em Maio, a DGS actualizou a norma sobre a hepatite A e os viajantes deixaram de precisar de submeter o pedido de vacinação à Direcção-Geral da Saúde, bastando ter a prescrição do médico. Em Abril, com o país em pleno surto de hepatite A, os viajantes com destino a países endémicos para a doença só eram elegíveis para vacinação a título excepcional e o médico prescritor da vacina tinha de contactar previamente a autoridade de saúde. Esta medida prendeu-se, na altura, com uma necessidade de controlar o ‘stock’ de vacinas, de modo a que chegassem aos grupos prioritários, como contactos íntimos ou familiares de infectados e homens que têm sexo com homens de forma desprotegida. No que respeita a estes grupos prioritários continua a não ser necessária qualquer validação da vacina por parte da DGS, sendo a imunização gratuita, a cargo do Serviço Nacional de Saúde. Segundo a DGS, desde 3 de Abril foram administradas cerca de três mil vacinas, das quais 80% na região de Lisboa e Vale do Tejo, a quase totalidade em contexto de pré-exposição. A hepatite A é, geralmente, benigna e a letalidade é inferior 0,6% dos casos. A gravidade da doença aumenta com a idade, a infecção não se torna crónica e dá imunidade para o resto da vida.
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‘Novo IMI’: Fisco sem capacidade de resposta para chuva de reclamações
Revista de Imprensa - JE Adicional ao imposto municipal sobre imóveis (AIMI) é cobrado pela primeira vez este ano e o prazo para o pagamento termina este mês, mas existem contribuintes com dúvidas se devem aguardar pela resposta à reclamação ou se avançam já com o pagamento. As reclamações que chegam às Finanças para as matrizes prediais serem atualizadas estão a acumular-se nas repartições de Finanças, porque os serviços não têm têm orientações concretas para responder às dúvidas dos contribuintes, noticia o jornal Público. O adicional ao imposto municipal sobre imóveis (AIMI) é cobrado pela primeira vez este ano e o prazo para o pagamento termina este mês, mas existem contribuintes com dúvidas se devem aguardar pela resposta à reclamação ou se avançam já com o pagamento. A atualização das matrizes pode ser pedida pelos contribuintes casados ou em união de facto que tenham prédios registados de forma errada ou incompleta. Contudo, segundo apurou o matutino, uma nota interna indicou aos funcionários que não devem fazer atualizações por ausência de condições. O Ministério das Finanças aplica este imposto, previsto no Orçamento do Estado para 2017, pela primeira vez, este ano. A taxa abrange proprietários particulares com imóveis acima dos 600 mil euros. Os proprietários têm de pagar uma taxa de 0,7% sobre o valor que exceda os 600 mil euros e de 1% sobre o valor que ultrapasse um milhão de euros.
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Portugal tem maior taxa de abandono do secundário de toda a OCDE
Almerinda Romeira - Jornal Económico 35% dos estudantes portugueses deixa o ensino secundário sem o acabar, revela o relatório Education at a Glance 2017, hoje divulgado. A média dos países abrangidos pelo estudo é de 21%. Portugal é o pior entre os 35 membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) no que respeita ao abandono do ensino secundário: 35% dos estudantes portugueses deixa as escolas sem um diploma, revela o relatório Education at a Glance 2017, hoje divulgado. A média dos países abrangidos pelo estudo é de 21%. O facto tem consequências várias, sobretudo a nível do emprego. Segundo o relatório, a taxa de desemprego é de para quem tem entre 25 e 34 anos e o ensino secundário completo, uma percentagem que sobe para 17% para quem tem a mesma idade e não concluiu esse grau de ensino. Terminar o ensino secundário, que vai do 10.º ao 12.º, continua a ser um desafio ciclópico em Portugal, mesmo para quem não abandona a escola. Segundo a OCDE, somente metade dos estudantes que conseguem terminar o secundário nos três anos que lhe são devidos, contra 68% dos restantes países da organização. Em Portugal, 61% dos estudantes levam cinco anos a acabar o secundário; 35%, como vimos, desistem e 4% ainda estão inscritos tentando terminá-lo. O ensino profissional apresenta melhores resultados do que os cursos científico-humanísticos, refere ainda o estudo. Enquanto, nos programas gerais 59% conclui este nível, no ensino profissional, a percentagem sobe para 64%. O único indicador onde Portugal se destaca positivamente é na conclusão do ensino secundário por maiores de 25 anos. No período de dez anos ( 2005/2015), o número dos alunos que concluíram este grau de ensino subiu de 50% para 82%, o que representa uma melhoria de 32 pontos percentuais, sendo de longe o melhor desempenho de toda a OCDE. O estudo foi realizado em 2015 incidindo sobre a população entre os 15 e os 20 anos, isto é, em idade de frequentar o ensino secundário. Os primeiros alunos abrangidos pela escolaridade obrigatória até aos 18 anos chegaram ao fim do 12.º ano no ano letivo 2014/2015.
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Atestados para cartas de condução passam hoje a ser eletrónicos

Os atestados médicos para as cartas de condução passam a ser hoje emitidos por via eletrónica, mas muitos médicos afirmam que vai ser difícil cumprir os requisitos legais nos centros de saúde.

O Governo adiou de abril para hoje, 15 de maio, a obrigatoriedade de emissão dos atestados médicos informaticamente para cartas de condução, adiamento que foi justificado pela necessidade de concluir a validação das aplicações informáticas no setor privado e social, bem como para a criação de novos centros de avaliação de condutores.

A Ordem dos Médicos tinha desafiado em abril o Ministério da Saúde a criar Centros de Avaliação Médica e Psicológica (CAMP) para gerir a emissão de atestados médicos para cartas de condução, considerando que são os "organismos vocacionados para emissão e revalidação das cartas de condução e outras licenças".

Também o Sindicato Independente dos Médicos tem feito repetidos pedidos aos diretor-geral da Saúde para "livrar os médicos de família" da tarefa de passar atestados para as cartas de condução, insistindo que não é possível cumpri-la no Serviço Nacional de Saúde.

O sindicato tem argumentado que as condições de trabalho no SNS não permitem aplicar na realidade as exigências para avaliação da aptidão para emitir um atestado médico.

"Podem contar-se pelos dedos o número de gabinetes onde se pode encontrar o equipamento médico" referido na orientação da Direção-geral da saúde como necessário para efetuar exames com vista ao atestado para a carta de condução.

Martelo de reflexos, escala de avaliação visual e testes de visão cromática são alguns dos exemplos de materiais em escassez nos consultórios dos médicos de família dados pelo SIM.

Tal como a Ordem, este sindicato considera que os condutores devem ser todos avaliados com o mesmo rigor e sem perturbar o acesso às consultas do SNS nem a relação médico-doente, sugerindo que todos os candidatos a atestado sejam avaliados nos CAMP.

http://www.dn.pt/sociedade/interior/atestados-para-cartas-de-conducao-passam-hoje-a-ser-eletronicos-8476491.html

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Destaques
 
 
Receita de Strogonoff de Frango

Ingredientes:

- 500 gramas de strogonoff de frango

- 1 cebola

- 2 latas de cogumelos laminados

- 1 colher das de chá de pimentão-doce

- 40 gramas de manteiga

- 3 decilitros de natas de culinária

- 2 colheres das de sopa de mostarda

- 1 decilitro de azeite extra virgem

- 4 colheres das de sopa de vinho do Porto

- Salsa picada

- Sal

- Pimenta

 

Preparação:

Se possível, escolha uma frigideira anti aderente, e leve ao lume com metade da manteiga, e deixe que derreta.

De seguida, junte os cogumelos, que devem já estar escorridos, e deixe cozinhar até que fiquem douradinhos.

Numa taça, disponha o frango e tempere com sal e pimenta.

Descasque as cebolas, corte em meias luas finas, e leve para um tacho, onde depois irá acrescentar o resto da manteiga, um pouco de azeite e deixe cozinhar, em lume brando, até a cebola ficar macia. Reserve.

Leve novamente a frigideira ao lume, deitando aí o resto do azeite, junte o frango e deixe-o cozinhar até ficar douradinho.

Estando douradinho, deite o conteúdo da frigideira para o tacho com o refogado das cebolas e misture.

Junte o pimentão e a mostarda, misturando bem.

De seguida, acrescente as natas e o vinho do Porto, envolva bem os ingredientes e deixe cozinhar em lume brando, durante cerca de 10 minutos até obter um molho cremoso.

Sirva o franguinho em strogonoff, polvilhado com salsa picada, acompanhado de arroz ou massa cozida.

Se fôr de sabor mais guloso, fica muito bem nesta receita, umas batatas fritas.

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Receita de Beringela recheada com atum

Uma receita para toda a família, produzida com ingredientes muito simples e económicos.

Ingredientes:

- Beringelas médias/grandes 4

- Cebola picada 1

- Cenoura ralada 1

- Azeite Um fio

- Manteiga 1 colheres de sopa

- Polpa de tomate 2 colheres de sopa

- Mel 1 colher de chá

- Atum 4 lata

- Molho de soja 4 a 5 colheres de sopa

- Pimenta moída na altura q.b.

- Cominhos 1 colher de chá

- Açafrão das índias 1 colher de chá

- Queijo mozarela ralado A gosto

 

Preparação:

Lave as beringelas e corte-as na longitudinal. Com o auxílio de uma faca ou uma colher, retire-lhes a polpa para poder recheá-las. Corte a polpa aos cubos pequenos. Reserve.

Derreta a manteiga com o azeite, adicione a cebola e deixe que frite um pouco em lume baixo até que fique transparente.

Adicione a polpa das beringelas, a cenoura ralada, tempere com o molho de soja, os cominhos, o açafrão, a pimenta e a colher de mel.

Envolva, tape e deixe estufar um pouco nos próprios sucos libertados (sete a dez minutos).

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